Honra e Gloria aos que tão novos lá deixaram a vida. Foram pela C.C. S.-Manuel Domingos Silva!C.Caç. -1558- - Antonio Almeida Fernandes- Alberto Freitas - Higino Vieira Cunha-José Vieira Martins - Manuel António Segundo Leão-C.Caç-1559-Antonio Conceição Alves (Cartaxo) -C.Caç-1560-Manuel A. Oliveira Marques- Fernando Silva Fernandes-José Paiva Simões-Carlos Alberto Silva Morais- Luis Antonio A. Ambar!~
R. T. P 3....R.T.P 2....R.T.P.MEMÓRIA....SPORT TV

domingo, 1 de fevereiro de 2015

AS PRIMEIRAS COMPANHIAS EM NOVA COIMBRA - LUNHO E MIANDICA DE 1964 1966 PARA RECUPERAÇÃO

        NOVA COIMBRA- LUNHO- MIANDICA


TERRAS MÍTICAS  NA GUERRA DO ULTRAMAR EM MOÇAMBIQUE NO DISTRITO DO NIASSA
A DISTANCIA ENTRE ELAS ERA DE SENSIVELMENTE DE 40 KMS.
FOI LÁ QUE MORRERAM EM COMBATE VÁRIAS DEZENAS DE JOVENS SOLDADOS PORTUGUESES. 
FOI LÁ QUE O CAP. CAÇORINO DIAS DA CCAV. 754 FICOU  CEGO
FOI LÁ QUE O CAP. DUARTE PAMPLONA DA CCAV. 1505 FICOU AMPUTADO DAS DUAS PERNAS.
FOI LÁ QUE O CAP. HORÁCIO VALENTE DA 4ªCCMDS MORREU EM COMBATE.
FOI LÁ QUE O TEN. CARVALHO ARAÚJO DA CCAV 754 MORREU EM COMBATE


                 
CCS do Batalhão de Caçadores 598
em Nova Coimbra - Lunho e Miandica

Por: Eduardo Nunes



Em Novembro de de 1963 a ZA do Batalhão compreendia todo o Distrito do Niassa, dependendo operacionalmente dele, além da CCS, 5 companhias operacionais que estendiam a sua acção através das Administrações de MECULA, MARRUPA, MAÚA, NOVA FREIXO, MANDIMBA, MECANHELAS, VILA CABRAL, MACALOGE, VALADIM, MANIAMBA, METANGULA, CÓBUÉ, e OLIVENÇA.
Nos primeiros meses da nossa estadia naquele Distrito efectuaram-se vários reconhecimentos e patrulhamentos, para o conhecimento do terreno da sua ZA, e contactar os núcleos populacionais existentes.
O ambiente nesta ZA, foi-se tornando cada vez menos favorável até que em 26 de Setembro de 1964 se registou o primeiro ataque, por elementos armados, em CÓBUÉ sobre a lancha da Marinha ali ancorada.
Face a este acontecimento, e outros rumores que se ouviam. Resolveu o Comandante do Batalhão, pôr em prática um conjunto de medidas, que pudessem enfrentar o inimigo em futuros ataques às nossas tropas estacionadas na ZA.

Algures entre Nova Coimbra e Maniamba.
Posto de abastecimento auto.
Tendo para o efeito reunido todo o pessoal operacional, e determinado a sua deslocação de VILA CABRAL para o CÓBUÉ, onde tiveram início manobras militares, afim de vasculharem todo o terreno, passando por MIANDICA, LUNHO, NOVA COIMBRA, toda a zona compreendida entre METANGULA, MANIAMBA, MEPONDA até ao ponto de partida VILA CABRAL.
A 23 de Novembro de 1964, em pleno exercício, aconteceu o que ninguém esperava.Na ZA triangular entre NOVA COIMBRA- METANGULA- MANIAMBA ocorreu um brutal acidente de viação com o capotamento de um Unimog, causando a morte imediata a um militar, conforme imagem em baixo.

Picada Nova Coimbra- Metangula
Mais um acidente, mais um morto

Este foi um dos negros dias do BCAÇ 598, durante a sua comissão de serviço em Moçambique de 1963 a 1966.

Acampamento no LUNHO

Ano de 1965, em Janeiro. De VILA CABRAL se deslocou, o Pelotão de Sapadores, foi o primeiro, que no rio LUNHO acampou. Junto da velha ponte que já existia, com tendas de campanha, seu quartel montou. Durante três meses muito choveu. Foi o tempo que lá ficou. Camas não haviam, para se dormir. Do capim se fez colchão. Dores no corpo fazia sentir, da dureza daquele chão. Para a ponte continuar a reconstruir, era essa a nossa missão. Sem ferramentas , e o tempo não o permitir. Para o não fazer tinha-mos razão.
A "velha" ponte do rio LUNHO
Também um forno se construiu , para coser o pão. Era eu o padeiro, encarregado dessa missão. Todos os dias se cosia, não faltava na hora das refeições. Durante três meses foi assim. A ponte como a encontrámos, quando fomos embora, na mesma a deixámos. Pelo inimigo éramos observados , tínhamos pouca segurança. Estávamos a ser cercados. Sem saber qual o dia da mudança. Esse dia chegou, para VILA CABRAL se marchou com o LUNHO na lembrança

NOVA COIMBRA- LUNHO no dia 31 de Maio de 1965.
Na tarde triste daquele dia sangrento.O pessoal operacional, do BCAÇ 598,do qual eu fazia parte, encontrava-se estacionado em NOVA COIMBRA. Foi-nos solicitado para socorrer um pelotão da CCAV 754 (SETE DE ESPADAS), que acompanhava o Comandante do referido Batalhão, durante uma visita que efectuava à CCART 637 que estava acampada em Miandica


Hora do Rancho em Miandica
No regresso, e já próximo do Rio LUNHO, sofreram uma emboscada por elementos armados da FRELIMO. Em NOVA COIMBRA, foi recebido o pedido de socorro e de imediato partiu daqui o pessoal para o local do trágico ataque. Um Unimog, quando se preparava para arrancar, num momento de silêncio um tiro se ouviu. Olhei e vi, um camarada meu de nome Vasconcelos, que momentos antes, tinha subido para o Unimog, tendo ficado de pé encostado ao separador que divide a cabine da carroçaria, com o cano da arma na posição vertical encostado à cintura, cair para o chão. A sangrar de um ferimento causado por uma bala disparada pela sua própria arma.
Socorrido de imediato para a Base da Marinha em METANGULA, onde chegou sem vida. 
Eu e o restante pessoal seguimos para o local da emboscada, onde encontrámos seis mortos, cujos corpos estavam desfeitos em pedaços por todo o lado, Horror, todos pertenciam à martirizada  CCAV 754.
A referida companhia já estava nessa data acampada em NOVA COIMBRA, onde continuou até Fevereiro de 1966, data em que a CCS do BCAÇ 598 foi rendido em METANGULA.



COMPANHIA DE ARTILHARIA 637 

 OS PRIMEIROS NA GUERRA DO NIASSA

 Por: Faria Barbosa
  2º Sargento da CART 637
                        
   
A CART 637 embarcou em Lisboa no navio "Niassa"em 1 de Abril de 1964, onde desfilou conjuntamente com as restantes unidades do Batalhão.
De imediato seguiu para NACALA onde desembarcou a 26 de Abril de 1964, seguindo por via terrestre para MAÚA, onde ficou aquartelada nas instalações de uma antiga fábrica de descasque de algodão.


Desfile em Lourenço Marques
Foi-lhe atribuída uma zona de acção que compreendia as áreas dos Postos Administrativos de MAÚA, REVIA, MUNGO e NIPEPE, por onde realizou várias operações de reconhecimento, e nomadização, acção psicológica e exercícios de preparação e treino operacional.
Em 12 de Janeiro de 1965 destaca 2 Grupos de Combate para reforçar a CCS do BCAÇ 598 instalada em VILA CABRAL. Estes Grupos de Combate exerceram actividade operacional nas zonas de MANIAMBA, CÓBUÉ, OLIVENÇA, MATACA e LIPOTXE.
Regressaram a MAÚA em 31 de Janeiro.
A 16 de Fevereiro de 1965 a CART 637 vai, na sua máxima força reforçar a CCS do BCAÇ 598na região de MANDIMBA, onde se previam acções de Grupos IN vindos do MALAWI.
Regressa a 1 de Março 1965.
Em 19 de Fevereiro de 1965 a CART 637 destaca para VILA CABRAL, em reforço da CCS do BCAÇ 598, e vai de imediato nomadizar na zona de NOVA COIMBRA, MIANDICA, montando um acampamento (base) em MESSUMBA a partir do qual fez vária operações.


Acampamento em Messumba
Em 29 de Maio 1965 a CART 637 monta nvo acampamento (base) entre MONHEERE e MIANDICA, a partir do qual realiza diversas operações nas zonas de ABILO. LIGANGO, MIANDICA e POMBAMALL.
Em 14 de Junho 1965, quando um Grupo de Combate se desloca do acampamento para MIANDICA, foi accionada uma mina, seguida de emboscada, onde morreu o soldado JOSÉ de ARAÚJO SENDÃO. Foi a primeira mina detectada em território de Moçambique e o primeiro militar da CART 637 caído em combate. No mesmo local, a poucos metros, foi localizada um segunda mina que foi levantada com êxito pelo 2º Sargento Faria Barbosa. Foi também a primeira mina levantada em Moçambique.


A primeira mina levantada em Moçambique
Esta mina foi inactividade, analisada e estudado o seu diagnóstico de funcionamento pelo 2º Sargento Faria Barbosa o qual elaborou um relatório que foi enviado ao ESCALÃO superior e por este divulgado às restantes unidades em operações.
A CART 637 manteve-se acampada neste acampamento de ABILO até Julho de 1965, tendo realizado várias operações com e sem contacto com o inimigo.
Nesta data a CART 637 desactiva o acampamento (base), monta algumas armadilhas no local e inicia a viagem de regresso a VILA CABRAL, beneficiando do apoio aéreo a partir do rio LUNHO. Chegou a VILA CABRAL a 17.
Manteve-se em VILA CABRAL até 6 de Agosto de 1965, fazendo escoltas a diversas colunas de reabastecimento, lanchas de "fusos" e outras operações em colaboração com as autoridades administrativas.
Missa campal no Lunho
A partir de 6 de Agosto instala-se em MANIAMBA (junto ao Posto Administrativo) onde lhe é atribuída uma ZA compreendida entre o LAGO NIASSA e o rio MESSINGUE e desde o cruzamento METANGULA-NOVA COIMBRA até ao KM 40 da picada  VILA CABRAL- MANIAMBA.
Daqui parte para diversas operações, tendo uma delas, na região de COLOMA, sofrido uma emboscada, com forte poder de fogo do inimigo de que resultaram 2 mortos-Furriel ANTÓNIO MARQUES CARNEIRO e o soldado AMÍLCAR GONÇALVES da COSTA RAMOS (o ALGARVE). O IN teve 11 mortes confirmados e, segundo notícias posteriores, cerca de 15 feridos.
A CART 637 manteve-se em MANIAMBA até 13 de Novembro de 1965 realizando operações de combate, escoltas e outras, nas zonas de MEPONDA, COLOMA, RIO MESSINGUE, PAGAGE e na célebre zona do caracol na picada MANIAMBA-METANGULA.
Em 13 de Novembro de 1965 a CART 637 regressa a MAÚA terminando assim a sua actuação na zona de VILA CABRAL. Entretanto as actividades do IN na zona de MAÚA haviam-se intensificados e a CART 637 foi chamada a executar várias operações de combate nas regiões de REVIA, RIO NECOLEZE, MUOCO, MECULA, NIPEPE e em algumas fazendas, tendo sofrido mais um morto o soldado CARLOS ALBERTO (o LAMEGO), que tombou em combate em NECOLEZE no dia 5 de Abril de 1966.
Em 10 de Outubro de 1966 a CART 637 regressa finalmente à Metrópole, depois de 2 anos, 5meses e 14 dias passados em zonas de combate, deixando em cemitérios de Moçambique (VILA CABRAL e MISSÃO de MAÚA) quatro dos seus militares mortos em combate, naquela guerra que não quiseram mas a que não se furtaram.
A CART 637 muito apropriadamente, adoptou uma divisa do seu distintivo: OS PRIMEIROS NA GUERRA DO NIASSA pois, juntamente com outras unidades, enfrentou os primeiros ataques inimigos em território de Moçambique.
A PÁTRIA HONRARAM QUE AS PÁTRIA OS CONTEMPLE

                                         
COMPANHIA DE CAVALARIA 754 

 "SETE de ESPADAS"

 Por: José Carlos Sousa Jorge
  furriel Miliciano da CCAV 754



A CCAV 754, embarcou em Lisboa com destino a Moçambique, a 5 de Janeiro de 1965 e chegou a VILA CABRAL a 28 do mesmo mês, onde foi integrada no BCAÇ 598. A "SETE DE ESPADAS", percorreu praticamente todo o NIASSA Ocidental designadamente: NOVA COIMBRA- LUNHO- MADAMBÚZI- MIANDICA- CÓBUÉ- SONJA e LIPOTXE.
Pescaria no Rio Lunho
Balanço Operacional
À entrada do LUNHO a caminho do nosso acampamento em NOVA COIMBRA, faltavam duas horas para terminar mais uma operação de quatro dias. Quando a Companhia vinha em marcha apeada soa um grande rebentamento. Sabendo-se de antemão que um de nós tinha pisado uma mina. Infelizmente, assim tinha sido o nosso querido camarada "ROCHINHA" tinha pisado uma mina.
Saber que não escaparia com vida e mostrar uma coragem que só está ao alcance de grandes homens, marcou-nos com o seu exemplo e serviu-nos para enfrentarmos as dificuldades das vicissitudes da guerra que tínhamos de travar.
"ROCHITA" FICASTE PARA SEMPRE NO NOSSO CORAÇÃO.
No lado esqº, o malogrado "Rochita, ao centro o Fur. Jorge
Estávamos acampados em NOVA COIMBRA (era o primeiro acampamento naquele local) junto ao Rio LUNHO, quando por volta das 22H chegou o Major Fradinho da Costa da CCS do BCAÇ 598, vinda de METANGULA dizendo que precisava de um Pelotão da nossa Companhia para ir ao encontro de uns rebentamentos ouvidos junto à Picada do Caracol (Picada METANGULA- MANIAMBA). De imediato saiu o nosso 3º Pelotão, comandado pelo nosso Cap. Caçorino Dias. Ao percorrerem cerca de 3 Kms caímos numa emboscada. Emboscada essa que estava preparada para nós, pois eles sabiam que a "SETE DE ESPADAS" não virava a cara a nada. Houve reacção forte da nossa parte. Estando debaixo de fogo o Cap. Caçorino Dias, chama o Ten. Carvalho Araújo que estava junto dele. Este ao fazer o deslocamento para junto do Capitão, fragmentou  uma mina anti-pessoal, ferindo na cara o Capitão que estava muito prto da mina, ferindo-lhe a cara e os olhos. O Capitão disse logo que tinha perdido a visão. Após o cessar-fogo, foi colocado no jeep do Major e, com este ao volante, seguiu de imediato para a nossa baseque, como disse, estava a cerca de 3 Kms. Chegando à base pediu de imediato uma secção para o levar para METANGULA (Base dos Fuzileiros). 
Saiu  de seguida um Unimog com um condutor e um Furriel para abrir caminho até METANGULA. Chegando à base dos Fuzileiros foi logo observado pelo corpo clínico , confirmando que efectivamente era nos olhos que estavam os ferimentos.
Havia necessidade de fazer uma evacuação rápida para VILA CABRAL. Tentou-se comunicar via rádio, mas foi impossível.

De costas o Gen. Caeiro Carrasco a seu lado o 
Capitão Caçorino Dias no Lago Niassa
Como era urgente a evacuação do Cap. Caçorino Dias e não havendo tropa para ir a NOVA COIMBRA a informar da necessidade de um pelotão, o regresso a NOVA COIMBRA foi feita pelo mesmo condutor e Furriel que tinham acompanhado o Capitão Caçorino Dias à base dos Fuzileiros.
Quando da chegada NOVA COIMBRA já o 3º Pelotão que tinha sofrido a emboscada lá se encontrava, ficando a Companhia ao corrente do estado do Capitão. E da necessidade de fazer a evacuação de METANGULA para VILA CABRAL. Ficaram também a saber que o Tenente Carvalho Araújo não tinha ido para METANGULA pois só tinha ido o jeep com o Major Fradinho da Costa  no Unimog com o condutor e o Furriel, os mesmos que tiveram de fazer o regresso a NOVA COIMBRA. Ficou logo no ar que quem tinha pisado a mina tinha sido o Tenente Carvalho Araújo, tendo morrido de imediato.
O célebre Joaquim Agostinho, o 2º à dirtª a transportar
mais um soldado morto na zona do Lunho
 Saindo um Pelotão para tentar encontar o Tenente que estava no local onde pisou a mina, o que não tinha sido apercebido a sua falta porque o capim estva alto e só a sua ausência em NOVA COIMBRA levou-nos à sua procura tendo sido confirmada a sua morte.
Este relato  do ferimento do Capitão Caçorino Dias é uma justa homenagem de todo o pessoal da CCAV 754 (7 de ESPADAS). Foi uma honra para nós semos comandados por este militar que consideramos um herói. Adicional à sua bravura e valentia era um condutor de homns fora do normal pois sempre contou com a Companhia incondicionalmente para todas as operações que eram solicitadas. Tivemos derivada às cirscuntância da nossa operacionalidade, quatro Comandantes, mas o espírito firme que a Companhia teve isso só com trabalho de comando que sempre foi mostrado pelo nosso Capitão, desde a formatura da Companhia, em SANTA MARGARIDA, até ao dia do seu ferimento, tendo ficado bem vincado o seu carismo de militar e humano até aos dias de hoje. Todos nós nos sentimoshonrados e orgulhosos por termos sido comandados por ele. 
Armamento capturado à Frelimo em Nova Coimbra
No balanço operacional a Companhia teve 6 mortos, 5 feridos evacuados e cerca de 30 ferios ligeiros. Em Maio de 1966, fomos rendidos pela CCAV 1506  e fomos para INHAMINGA de onde partimos de regresso a casa em Julho de 1967.

2 comentários:

Edumanes disse...

Li e gostei de ler. Obrigado pela consideração, Caro amigo, ex-combatente, Amadeu Neves da Silva, pois, todas as ocorrências relatadas são verdadeiras, infelizmente. Digo infelizmente, porque causaram a morte e ferimentos irreparáveis nos nossos camaradas que resistirem a morte mas, não aos ferimentos causados de sofrimento para toda a vida. Penso não ter valido a pena, lutar por uma causa perdida. Um abraço.

Fernando Pessoa disse...

Amadeu Neves da Silva, relativamente ao registo fotográfico ««Joaquim Agostinho o segundo à direita na foto no Lunho a transportar um ferido», que incluiu no v/blog como ilustração de situações ocorridas na área de Nova Coimbra, sou a solicitar-lhe esclareça qual a fonte original de tal fotografia, no intuito de se entender em que subunidade do Exército prestou serviço aquele militar.
Saudações veteranas,
Abreu dos Santos