Honra e Gloria aos que tão novos lá deixaram a vida. Foram pela C.C. S.-Manuel Domingos Silva!C.Caç. -1558- - Antonio Almeida Fernandes- Alberto Freitas - Higino Vieira Cunha-José Vieira Martins - Manuel António Segundo Leão-C.Caç-1559-Antonio Conceição Alves (Cartaxo) -C.Caç-1560-Manuel A. Oliveira Marques- Fernando Silva Fernandes-José Paiva Simões-Carlos Alberto Silva Morais- Luis Antonio A. Ambar!~
R. T. P 3....R.T.P 2....R.T.P.MEMÓRIA....SPORT TV

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Nova Coimbra-Lunho nos anos 1964 e 1965 CCAV 754

CCAV 754 















BATALHÃO DE CAVALARIA 754

07 Janeiro, 2007
O Jornal "O SETE" Assim diz...
Apelamos a todos os companheiros de todas as companhias para que estejam presentes, bem como também gostaríamos que o maior numero  possível de companheiros das várias companhias estivessem presentes nos almoço que cada companhia venha a organizar.
Somos cada vez menos, pelo que cada vez à mais importante a unidade de todos.

COMPANHIA DE CAVALARIA 754

História da Unidade

A Companhia mobilizada pelo Regimento de Cavalaria 7 - Lisboa - embarcou em Lisboa a 05 de Janeiro de 1965.
Actividades na Região Militar de Moçambique

Chegou a Lourenço Marques em 23 de Janeiro de 1965, tendo seguido para Nacala aí embarcou no comboio e chegou a Vila Cabral a 31 de Janeiro.
No primeiro período a Companhia empenhou-se na instrução de aperfeiçoamento operacional das sub-nidades, no reconhecimento da área de responsabilidade que lhe foi atribuída e no estabelecimento de contactos com as autoridades tradicionais e populações

Logo em 05 de Abril de 1965 a Unidade tem o seu "baptismo de fogo", na região de Sonja, junto ao lago Niassa. A partir daí, a C.Cav.754 desenvolveu uma intensa actividade operacional, traduzida em normadizações, batidas, emboscadas, golpes de mão, patrulhamentos e escoltas a colunas auto.

Ocupou várias bases temporárias, das quais se destacam SONJA, MANIAMBA, NOVA COIMBRA E COBUÉ e tomou parte em muitas operações, quer isoladamente, quer em conjunto com outras Unidades do Exército, quer ainda em coordenação com elementos das Forças Aéreas e Navais.
Salientam-se, pelos resultados obtidos, as seguintes,
Operação--FUZCAV

Operação--NIZA

Operação--VÍBORA

Operação--COBRA

Operação--TILÁPIA

Em consequência de toda essa actividade, foram provocadoras baixas (mortos, feridos e detidos) ao inimigo, destruíram-se as suas bases e locais de refúgio, capturou-se grande quantidade e variedade de material de guerra e recuperaram-se elementos da população refugiadas nas matas.

A par da actividade operacional, construíram-se quartéis improvisados nas diferentes bases e abriu-se a pista de aterragem de Nova Coimbra, sem que para o efeito se dispusessem de qualquer material especial.
Até Setembro de 1965, a C.Cav.754 conheceu quatro Comandantes, mas nem por isso houve quebras de disciplina ou de actividade operacional, o que revelou bem o grau de preparação e de mentalização dos seus componentes.

Até 07 de Fevereiro de 1966, data em que foi transferida para Inhaminga, no Destrito de Manica e Sofala, a Companhia manteve sempre um bom nível de actividade.

O inimigo furtou-se, por sistema, ao contacto com as nossas tropas,utilizando em larga escala minas e armadilhas, algumas das quais provocaram baixas ? nossas tropas e destruição de algumas viaturas.
Uma vez na nova base, destacou-se um pelotão para Marromeu e, mais tarde, um outro para Canixixe. Foi reatada a actividade, caracterizada por frequentes patrulhamentos, com a finalidade de reconhecer o terreno, colher notícias, detectar actividades ou elementos suspeitos e contactar com as autoridades gentílicos e populações, junto das quais exerceu uma conveniente acção psicológica.
Até ao seu regresso ? Metrópole, que teve lugar, no Navio Niassa, em Maio de 1967, manteve-se em Inhaminga, com excepção dum período de cerca de dois meses, em que actuou na Beira integrada na Operação--SACRIPANTA.