Honra e Gloria aos que tão novos lá deixaram a vida. Foram pela C.C. S.-Manuel Domingos Silva!C.Caç. -1558- - Antonio Almeida Fernandes- Alberto Freitas - Higino Vieira Cunha-José Vieira Martins - Manuel António Segundo Leão-C.Caç-1559-Antonio Conceição Alves (Cartaxo) -C.Caç-1560-Manuel A. Oliveira Marques- Fernando Silva Fernandes-José Paiva Simões-Carlos Alberto Silva Morais- Luis Antonio A. Ambar!~


O Batalhão de Caç. 1891.. Cumprimenta com Amizade,todos os que visitam esta página..Forte abraço.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Falar da guerra é uma coisa que dói !....
















Quem o diz é Lobo Antunes e eu concordo. Há algumas pessoas.....poucas, que ás vezes falam da guerra nas antigas colónias, mas nunca dizem tudo o que passaram, e se falassem, os que nunca lá estiveram não iriam compreender .
Um oficial superior dizia há tempo, que a juventude de hoje não estaria preparada para aguentar uma guerra daquelas. Quando os americanos foram para o Vietname, tinham uma juventude naquele tempo muito próxima da nossa actual e tinham os meios militares no (terreno) que nós nunca tivemos , nem hoje temos e eles não tinham quais queres complexos em usa-los. Correram mundo, as imagens de crianças queimadas, com as bombas que os americanos lançavam. Mas isso não impediu que fossem vergonhosamente derrotados.
É um facto que a guerra colonial deixou marcas em todos os que por lá passaram, nuns mais, noutros menos. Transcrevo um pequeno episódio contado por Lobo Antunes e publicado pela Lusa!


Um dos meus oficiais, que morreu há relativamente pouco tempo num acidente brutal de automóvel, estava um dia numa bomba de gasolina e um carro passou-lhe à frente e ele foi de imediato ao porta-luvas buscar a pistola. Um homem doce.
Mas a primeira reacção emocional dele foi imediata. Era muito difícil elaborar estas emoções..Havia como que uma regressão e voltávamos àquele estado!.......
Há reacções que pensamos já esquecidas que facilmente vêm ao cimo da nossa cabeça!



1 comentário:

edumanes disse...

É verdade, muitas das pessoas (ex-combatentes) que estiveram no teatro de operações, não dizem as dificuldades que passaram.
Enquanto outros dizem aquilo que na realidade não sofreram nem tão pouco conheceram.
Factos dos quais eu vive no terreno, tenho ouvido dizer a alguns que este ou aquele grupo de combate sofreu certo número de baixas. O que não é verdade.
Será que haviam submarinos no Lago Niassa, em Moçambique?.